domingo, 11 de janeiro de 2015

Manuel Lemos União Misericórdias Portuguesas

2015: Presidente da União das Misericórdias pede compromisso de todos para melhorar situação do país

Agência Ecclesia
 





Manuel Lemos escreve na última edição do Semanário ECCLESIA




Lisboa, 09 jan 215 (Ecclesia) – O Presidente da União das Misericórdias Portuguesas (UMP), Manuel de Lemos, afirmou que a construção de uma sociedade melhor neste ano de 2015 vai requerer um “compromisso” macro e individual.
“Colocar ordem nas contas públicas, reequilibrar a economia nacional, promover a criação de emprego” a par de um “olhar sobre o outro com a mesma lucidez e empatia com que olhamos para nós próprios” são caminhos eleitos por Manuel Lemos para o ano que agora se inicia, apontados no texto de opinião publicado na mais recente edição do Semanário ECCLESIA.
“Se houver compromisso entre todos, independentemente do credo, da cor partidária, da posição social ou mesmo de interesses económicos, seremos capazes de, aos poucos, construir um país de que nos orgulharemos”, sublinha o responsável.
A UMP, a Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade (CNIS) e a União das Mutualidades assinaram um protocolo com o governo que abrange as áreas da segurança social, saúde, educação e formação profissional.
“Acreditamos que este protocolo revela o genuíno compromisso que existe entre governo e setor social com vista a melhorar a situação do país em geral e das famílias portuguesas em particular”.
O desejo de uma sociedade “mais justa, menos desigual, mais tolerante” e atenta “ao outro” é um “ideal comum” que a UMP quer perseguir no trabalho que desenvolve.
“Um país onde os idosos tenham afeto, atenção e cuidado, um país onde as famílias possam viver com dignidade, um país onde os jovens tenham acesso a oportunidades profissionais, um país com condições de cuidar dos mais frágeis”, assinala.
LS

Renascença e Lidl angariam mais de um milhão de euros em 24 dias - Renascença

Renascença e Lidl angariam mais de um milhão de euros em 24 dias - Renascença

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Mais 50 milhões para respostas sociais em 2015

Mota Soares Mais 50 milhões de euros para resposta social em 2015

O ministro da Solidariedade, Emprego e Segurança Social, Pedro Mota Soares, anunciou hoje que durante este ano serão alocados mais 50 milhões de euros para a resposta social.
PAÍS
Mais 50 milhões de euros para resposta social em 2015
Lusa
Ao intervir durante a cerimónia de inauguração do lar de idosos de Ribeiradio, pertencente à Misericórdia de Oliveira de Frades, Mota Soares frisou que, com esta verba, o Governo pretende "comparticipar mais as respostas que existem" e dar "mais respostas que continuam a ser necessárias".
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Tudo isto será feito "sempre num diálogo muito importante com as redes locais de intervenção social, com os conselhos locais de ação social", para que não haja respostas duplicadas que "depois se tornam desnecessárias no futuro", acrescentou.
Nas intervenções anteriores, quer o provedor da Misericórdia de Oliveira de Frades, Serafim Soares, quer o presidente da Câmara, Luís Vasconcelos, tinham pedido um maior apoio do Governo.
Serafim Soares contou que a Misericórdia é a única instituição daquele concelho do distrito de Viseu que mantém um serviço de apoio domiciliário, tendo 120 utentes, mas recebendo apoio apenas para uma parte.
"Estamos no limite. Não só não aguentamos mais, como não podemos alargar o apoio domiciliário a outros necessitados", lamentou.
Já Luís Vasconcelos pediu um reforço do apoio à Misericórdia -- que neste momento é a única IPSS do concelho, cobrindo 80% da população - e para outras duas instituições que vão nascer.
"Sou daqueles que acredita firmemente que a resposta social em Portugal pode ser melhor, de maior proximidade, de maior qualidade e até muito mais sustentável quando é feita em parceria pelo Estado com as instituições sociais", garantiu Mota Soares.
O ministro realçou que os portugueses "batem mais rapidamente à porta de uma Misericórdia, de uma IPSS, do que do Estado, quer ao nível local, quer central".
Segundo Mota Soares, este foi o Governo "que mais acordos de cooperação tem vindo a fazer com instituições sociais, que mais passou a resposta social para as instituições sociais", sem deixar de ter "a sua enorme responsabilidade, nomeadamente do ponto de vista do financiamento".
"Em 2011 existiam pouco mais de 12.600 acordos de cooperação em Portugal. Hoje chegamos a cerca de 13.000", frisou.
Ao inaugurar hoje o lar de idosos de Ribeiradio -- que representou um investimento de um milhão de euros -- Mota Soares lembrou que o fez com mais de um ano de atraso.
A cerimónia esteve marcada para setembro de 2013, mas à última hora o ministro viu-se impedido de comparecer. A data de inauguração que consta na placa não foi, no entanto, alterada.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Câmara Castro Marim e IPSS reintegram 150 desempregados

Protocolo entre a Câmara e as IPSS de Castro Marim cria mais de 150 postos de trabalho

escola EB de Altura













Mais de 150 munícipes de Castro Marim desempregados foram reintegrados no mercado de trabalho, graças aos protocolos celebrados entre a Câmara Municipal de Castro Marim e as Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) do concelho, anunciou esta autarquia do Algarve.
O protocolo envolveu a Associação Cegonha Branca, Associação dos Amigos e Naturais de Castro Marim “Sapal Verde”, Associação de Bem Estar Social da Freguesia de Azinhal “ABESFA”, Associação Social da Freguesia de Odeleite, Santa Casa da Misericórdia de Castro Marim, Associação dos Amigos e Naturais do Azinhal “ANA” e Casa do Povo do Azinhal.
Os beneficiários desta iniciativa estão a trabalhar nas IPSS do concelho, nomeadamente nas áreas do apoio social e educação, como lares, centros de dia, Unidade de Cuidados Continuados, escolas e infantários.
Em 2014, foram investidos nesta iniciativa cerca de 300 mil euros, financiando a Câmara Municipal a fração não subsidiada pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP).
“Em 2015 vamos aumentar a verba destinada a esta medida. Será um grande esforço financeiro para a autarquia, mas queremos assegurar a abrangência a um maior número de famílias, porque, quando falamos nos 150 munícipes retirados do desemprego, não podemos esquecer-nos do desafogo que isso representa para as famílias”, sublinha o presidente da Câmara Francisco Amaral.

Governo Fundo de Reestruturação do Setor Solidário reforçado com 3,5 milhões de euros

O Governo vai reforçar o Fundo de Reestruturação do Setor Solidário com 3,5 milhões de euros, foi hoje aprovado em Conselho de Ministros.
ECONOMIA
Fundo de Reestruturação do Setor Solidário reforçado com 3,5 milhões de euros
Lusa19:53 - 18 de Dezembro de 2014 | Por 
Segundo fonte do Ministério da Solidariedade, Emprego e Segurança Social (MSESS), o reforço tem efeitos imediatos e surge na sequência da parceria estabelecida entre o setor social e o Estado, tendo sido, por isso, uma opção política.

A mesma fonte adianta que este valor acresce aos 30 milhões de euros definidos para 2014, tendo sido elegíveis no decorrer deste ano 99 instituições, entre 78 Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) e 21 Misericórdias.
A 27 de outubro, o Instituto de Segurança Social (ISS) dava conta, na sua página na internet, que o Fundo de Reestruturação do Setor Solidário tinha destinado mais de 25 milhões de euros a 98 instituições do setor solidário, tendo outras 43 ficado de fora, algumas por não reunirem condições de reembolso.
Em fevereiro, numa portaria publicada em Diário da República, ficava definido que as IPSS que se candidatassem a este fundo poderiam beneficiar de um apoio até 500 mil euros.
O Fundo de Reestruturação do Setor Solidário tem por objetivo apoiar a reestruturação e a sustentabilidade económica e financeira das IPSS e equiparadas, permitindo a manutenção do seu regular funcionamento e desenvolvimento das respostas e serviços sociais que prestam.
O apoio financeiro a atribuir não pode exceder 45% do valor global das necessidades de financiamento de médio e longo prazo da instituição e terá o limite máximo de 500 mil euros por entidade beneficiária.
O Fundo de Reestruturação do Setor Solidário, com uma dotação de 30 milhões de euros, foi aprovado pelo Governo a 26 de dezembro de 2013.
Em novembro, o Governo havia aprovado a criação do fundo, constituído por 0,5% das transferências do Estado para estas entidades, com esta percentagem a ser revista anualmente.